Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Projetos







Em andamento

  • Trilha interpretativa no Espaço de Conservação: Inclui a recuperação da trilha, implantação de sistema de drenagem, placas interpretativas e cálculo da capacidade de carga. O projeto conta com a parceria da COODESTUR - Cooperativa de Desenvolvimento de Turismo ( www.coodestur.com.br ). O trabalho é desenvolvido por Renata Pfau, bióloga licenciada e aluna da especialização em Educação Ambiental da UFSM, e Juliane Magagnin da Soler, turismóloga e bacharel em geografia.


  • Viveiro de mudas nativas: o viveiro de mudas foi construído em 2008 com o apoio do CASA (Centro de Apoio Sócio Ambiental) e o grupo de extensão Viveiros Comunitários (UFRGS). A produção de mudas servirá para a implantação de agroflorestas e o atendimento dos projetos desenvolvidos pelo Instituto.







  • Projeto Óleo Legal: Gerando consciência e renda a partir da reutilização de óleo vegetal usado no bairro Restinga: O projeto tem como proponente a ONG Empreendimento Social Um Novo Olhar, do bairro Restinga, e a participação do Instituto Econsciência na execução. No ano de 2009 foram sensibilizados mais de 1.000 alunos de cinco escolas na Zona Extremo Sul de Porto Alegre e capacitados 60 alunos da EJA (Educação de jovens e adultos) para a manufatura de sabão a partir do óleo coletado na própria escola. A Rural Willys do Espaço de Conservação é utilizada como veículo-protótipo utilizando o óleo vegetal saturado como combustível alternativo ao óleo diesel de petróleo. No momento, o veículo tem 15 mil km rodados utilizando o sistema adaptado. O projeto teve sua segunda etapa aprovado em 2010. O financiamento é da Rede de Parceira Social. ( http://www.redeparceriasocial.rs.gov.br/ ).


  • Em busca de apoio

  • Conservação e implementação de Micro-Corredores Ecológicos na bacia do Arroio Lami: Através de um estudo de ecologia da paisagem medindo a conectividade funcional da paisagem para o bugio-ruivo (Alouatta guariba clamitans) em Porto Alegre, foram identificados os principais fragmentos de mata para a conservação da espécie e mapeados micro-corredores para conectá-los. Esse projeto tem como objetivo utilizar esses dados para implementar esses microcorredores na bacia do arroio Lami para fortalecer a conexão das três principais áreas conservadas de Porto Alegre, o Morro São Pedro, Morro da Extrema e a Reserva Biológica do Lami. Isto será possível através formação de uma rede de proprietários de terras parceiros e também de diferentes técnicas de manejo e restauração como, plantio de mudas nativas, nucleação, recuperação do solo e isolamento de áreas do pastejo. Além disso, o projeto inclui a instalação de pontes de corda sobre ruas e avenidas para a passagem da fauna.


  • Reconhecendo o Pátio de Casa - a sub-bacia do Arroio Lami: O projeto prevê a edição e distribuição de uma cartilha de Educação Ambiental com abordagem de temas locais, objetivando a sensibilização quanto à conservação do ambiente natural da região. Será desenvolvido um curso de formação no Espaço de Conservação direcionado aos professores das quatro escolas da bacia do Arroio Lami. Serão desenvolvidas saídas de campo para as nascentes do arroio e atividades envolvendo o plantio de árvores nativas com os alunos da escola.


  • Redescobrindo Porto Alegre: a zona rural e suas áreas naturais. O projeto visa incentivar e instrumentalizar os professores sobre a importância da conservação ambiental e manutenção das características rurais da região extremo-sul de Porto Alegre. A partir do curso de formação, os professores serão multiplicadores da proposta em suas escolas, envolvendo toda a comunidade da região.


  • Manejo mais adequado da água na bacia do arroio Lami: Implantação de pontos demonstrativos de manejo mais adequado da água. O projeto prevê a instalação de um sistema modular de separação de águas residuais (fossa ecológica) e do sistema de coleta de água da chuva com cisternas de ferro-cimento nesses pontos. Os sistemas são considerados de Tecnologia Social, pois são técnicas replicáveis, de baixo custo e de interesse para as comunidades, representando soluções efetivas de transformação social. O projeto encontra-se em fase de captação de recursos.


Copyleft 2010 - Econsciência