O Projeto

O Projeto A propriedade foi adquirida por Tristão Sucupira Viana em 1945 e permanece na família Viana até os dias de hoje. Na época de sua aquisição, uma usina funcionava na área queimando a mata nativa em fornos para fabrico de carvão. Esta usina foi desativada logo que a terra foi comprada. Houve também arrendamento de parte da área para plantio de mandioca nas partes baixas do morro e nos campos, o que durou pouco tempo. Na década de 70 houve um projeto de plantio de hortaliças na parte baixa da propriedade, mas também não durou muito.

Por aproximadamente 25 anos, a propriedade ficou praticamente em desuso, com apenas dois hectares de sua gleba arrendados para plantio em regime de comodato. Com a área em desuso, o trânsito de pessoas, que realizavam enduro com motos, coleta de pássaros, bromélias e orquídeas, tornaram-se freqüentes causando degradação ambiental.

O Projeto

Em 2001, iniciou-se a construção da sede atual com o objetivo de “retomar a posse da propriedade”, além do cercamento parcial da área e instalação de placas informativas. A idéia inicial era utilizá-la como um sítio de lazer, mas aos poucos, a necessidade de desenvolver um projeto visando a auto-sustentabilidade da área amadureceu e culminou na concepção deste projeto. Em 2004, a sede foi ampliada para comportar um maior número de pessoas, sendo construído um auditório e um alojamento.

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